Coopercuc

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Criada em 2004, a Coopercuc é formada por 271 cooperados, em sua maioria mulheres, que produzem deliciosos doces e geleias a base de frutas nativas do sertão.

Através da linha Gravetero, a cooperativa comercializa seus produtos nos mercados mais sofisticados do Brasil e exporta para Itália, França e Áustria.

.Na mídia

5/06/2014

Cooperativa baiana tem linha de produtos com umbu orgânico

A cooperativa de agricultores familiares Coopercuc, com sede em Uauá (BA), produz doces e geleias à base de frutas nativas do sertão – todas orgânicas. Na Bio Brazil Fair Biofach América Latina – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, a empresa apresenta produtos feitos com umbu por meio da Linha Gravetero. Leia mais »

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8/05/2013

Coopercuc leva doces e geleias de umbu para Feira APAS em SP

COOPERCUC participa da Apas 2013 (6 a 9 de maio – Expo Center Norte – São Paulo)

Visitantes da Apas 2013 – 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados – vão conhecer os doces, geleias e compotas de umbu, fruto típico do Nordeste, produzidos pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curacá, de Uauá (BA). Desde 2003, os 242 agricultores familiares associados da Coopercuc agregam valor ao umbu, bem como ao maracujá da Caatinga, a goiaba, a manga e, mais recentemente, ao abacaxi.

O presidente da Coopercuc, Adilson Ribeiro dos Santos, tem grande expectativa com a primeira participação na Feira Apas 2013. “A gente imagina que cada vez que participamos de um evento como esse, é mais uma oportunidade de entrar no mercado. Esperamos sair da Feira com algum negócio fechado”, confessa Adilson. Leia mais »

29/04/2013

Pesquisas e beneficiamento dos frutos reforçam preservação dos umbuzeiros

Árvore é única no mundo e concorre com criação de animais no nordeste, segundo especialistas. Mas pesquisas e investimentos para aumentar exportação procuram salvar a planta típica do nordeste do país.

Batizado pelo escritor brasileiro Euclides da Cunha (1866 – 1909) como a “árvore sagrada do Sertão”, o umbuzeiro corre risco de extinção na sua terra natal, o semi-árido brasileiro (nordeste). Devido a esse alerta feito por especialistas, organizações locais e nacionais trabalham para estimular a preservação e a exportação do umbu, uma planta que só cresce na caatinga, uma paisagem exclusivamente brasileira.

Extrair o fruto dessa planta única no planeta significa uma forma de sobrevivência para muitas comunidades nordestinas. “É uma das únicas fontes de renda para mais de 200 famílias” no âmbito de uma cooperativa no Estado nordestino da Bahia, exemplifica Avay Miranda, gestor de projetos da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Para aumentar a produção de umbu e de outros itens agrícolas típicos da biodiversidade brasileira, a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) quer aumentar as exportações e incentivar negócios sustentáveis com esses produtos. Leia mais »

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16/04/2013

Apex-Brasil e Coopercuc vão promover exportações de produtos da biodiversidade brasileira

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), da Bahia, assinaram nesta sexta-feira (22/02), um convênio para desenvolver ações de promoção de exportações e de incentivo aos negócios sustentáveis que utilizam recursos da biodiversidade brasileira. Serão investidos, neste ano, cerca de R$ 1 milhão na estruturação da cadeia produtiva e na consolidação de mercados para os produtos da sociobiodiversidade, de acordo com o que está estabelecido no Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, do Governo Federal. Leia mais »

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26/02/2013

Coopercuc é um caso de sucesso em meio a seca

No último final de semana aconteceu em Uauá, cidade situada ao Norte do Estado, o Vº Festival do Umbu da Coopercuc – Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Curaçá e Uauá – constituída em 2004 e com raízes que remotam o trabalho missionário de três freiras, as quais iniciaram um movimento de conscientização sobre a cultura do umbu, a necessidade de preservação do tupi guarani Ymb-u, a centenária árvore que dá de beber, e que tem múltiplos aproveitamentos além da tradicional umbuzada com leite e do ato de chupar a fruta, em si.

Com esse trabalho foi se criando uma nova cultura nessa região pobre do estado, com comunidades rurais que sobrevivem do pastoreio de cabras e bodes, da mineração rudimentar, do cultivo familiar de plantas tradicionais – milho, feijão e mandioca – e que sofre bastante com as freqüentes estiagens. O umbu, cuja safra vai de dezembro a abril, nativo, resistente, e que aceita o sol como uma dádiva para ficar ainda mais formoso, mais bonito e produtivo, tornou-se um elemento agregador de outros produtos nutritivos e com valor agregado. Leia mais »

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Gilberto Gil: "O SERTÃO É COMO UMBU, DOCE QUANDO TEM QUE SER DOCE E AZEDO QUANDO TEM QUE SER AZEDO"

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